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	<title>Comunidade Nova Vida</title>
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	<description>Comunidade evangélica interdenominacional, com sede em Conceição de Macabu, região norte do Estado do Rio de Janeiro, que tem como visão a tranformação de vidas  pelo poder do evangelho e para glória do Senhor Deus.</description>
	<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 21:06:57 +0000</pubDate>
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		<title>Posse do Pr. Marcelo na CNV Triunfo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 21:05:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valmir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[ No dia 14 de janeiro, foi comemorado a oficialização do Pr. Marcelo Mota como pastor da CNV e, num clima de muita alegria e festa, também foi efetivado a sua posse na direção da CNV Triunfo, sendo agora o pastor responsável por esta amada Comunidade, localizada no município de Santa Maria Madalena-RJ. Com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-164" title="img00103" src="http://comunidadenovavida.com.br/wp-content/uploads/2012/02/img00103-300x225.jpg" alt="img00103" width="300" height="225" /> No dia 14 de janeiro, foi comemorado a oficialização do Pr. Marcelo Mota como pastor da CNV e, num clima de muita alegria e festa, também foi efetivado a sua posse na direção da CNV Triunfo, sendo agora o pastor responsável por esta amada Comunidade, localizada no município de Santa Maria Madalena-RJ. Com a presença dos pastores da Diretoria Executiva da CNV, a assembléia e culto solene foi marcado por muita alegria, paz e receptividade dos irmãos de Triunfo. Também estavam presentes irmãos da Comunidade Nova Vida em Macaé e membros de igrejas evangélicas da localidade. Agradeçemos a Deus por mais este passo rumo ao propósito de alcançar Triunfo para Jesus.</p>
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		<title>Consagração da Prª. Débora em Maringá</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 16:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valmir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[ No dia 28 de janeiro de 2012 os pastores da CNV se reuniram, juntamente com os membros da Comunidade Nova Vida em Maringá, para a consagração ao ministério pastoral da irmã Débora Cristina,  líder da CNV Maringá, no Paraná. Foram momentos especiais na vida da pastora Débora e família, bem como da liderança da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-162" title="dsc00757" src="http://comunidadenovavida.com.br/wp-content/uploads/2012/02/dsc00757-300x225.jpg" alt="dsc00757" width="300" height="225" /> No dia 28 de janeiro de 2012 os pastores da CNV se reuniram, juntamente com os membros da Comunidade Nova Vida em Maringá, para a consagração ao ministério pastoral da irmã Débora Cristina,  líder da CNV Maringá, no Paraná. Foram momentos especiais na vida da pastora Débora e família, bem como da liderança da Comunidade Nova Vida, que marcou presença com cinco dos pastores do seu quadro. Além dos pastores da CNV, também participaram desde momento maravilhoso os pastores Marcos e Roseli, pastores da igreja Cristianismo Decidido, da cidade de Rolândia-PR, e os obreiros da igreja Assembléia de Deus Nova Aliança, de Moçambique (África), que louvaram ao Senhor com cânticos de sua terra natal. Mais fotos na galeria de fotos.</p>
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		<title>Como Organizar um Evento de Sucesso</title>
		<link>http://comunidadenovavida.com.br/2011/12/como-organizar-um-evento-de-sucesso/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 22:38:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valmir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os eventos proliferam em todas as áreas e as Igrejas também fazem uso dos eventos para informar/treinar, reunir, gerar comunhão e festejar. Enfim, somos um povo que &#8220;adora&#8221; eventos.
&#8220;Mas, organizar um evento não é simplesmente reservar um local, preparar um receptivo adequado, sentar-se e esperar os participantes. É necessário muito mais do que isso.&#8221; Pequenos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-160" title="show-gospel" src="http://comunidadenovavida.com.br/wp-content/uploads/2011/12/show-gospel-90x70.jpg" alt="show-gospel" width="90" height="70" /></p>
<p>Os eventos proliferam em todas as áreas e as Igrejas também fazem uso dos eventos para informar/treinar, reunir, gerar comunhão e festejar. Enfim, somos um povo que &#8220;adora&#8221; eventos.</p>
<p>&#8220;Mas, organizar um evento não é simplesmente reservar um local, preparar um receptivo adequado, sentar-se e esperar os participantes. É necessário muito mais do que isso.&#8221; Pequenos detalhes esquecidos podem transformar este momento num caos, por exemplo: uma lista de convidados incompleta, problemas com a voltagem para os equipamentos, a falta de um responsável para abrir o local para floristas, Buffet e para decidir aonde cada coisa será posta e etc..</p>
<p>O evento é uma grande oportunidade para promover a imagem de uma organização e também uma boa medida para sabermos o quanto ela é organizada e dá importância àquilo que promove.</p>
<p>Para dar algumas dicas é que entrevistamos Mariângela Silva.</p>
<p>A Profª Mariângela Benine Ramos Silva é autora do livro Eventos - Estratégias de planejamento e execução, da Summus Editorial. O livro apresenta um roteiro completo com a técnica de planejar e organizar eventos.</p>
<p>Mariângela Benine Ramos Silva é pós-doutora e doutora em Ciências da Comunicação pela ECA-USP, é mestre em Administração de Empresas  pela Unopar. Especialista em Relações Públicas Empresariais, graduada em Comunicação Social/Relações Públicas pela UEL. Atua como docente na UEL e coordena o curso de especialização lato sensu em Eventos. É integrante do Comitê Nacional do Cerimonial Público (CNCP), da Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP), da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) e da Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp). É autora do livroEvento como estratégia de negócios: modelo de planejamento e execução.</p>
<p><span> </span></p>
<p>O que é um evento?</p>
<p>Mariângela - O evento é um acontecimento marcante para atrair a atenção do público e da imprensa sobre uma organização, seus produtos, serviços e projetos, pois envolve positivamente as pessoas, aproximando-as, tornando-as receptivas a novas idéias e relações, ao mesmo tempo em que propicia a participação direta dos públicos nas realizações da organização. Quando bem planejado e executado, cria um conceito positivo para a organização que o promove. Os eventos tornam-se elementos de transformação social, de aculturação, de educação, conscientização e mobilização de massas, além de serem os maiores e melhores geradores de conteúdo para a mídia. Os eventos criam, recriam, inovam e reinventam. Não são mais simples fatos, mas acontecimento e agentes transformadores de toda a sociedade.</p>
<p>Quais as fases de um planejamento de evento? Como elaborar um projeto de evento?</p>
<p>Mariângela - Inicialmente é necessário saber se o evento será realizado pela primeira vez ou se já é preexistente. A fim de facilitar a visualização dos passos fundamentais para o planejamento e organização de eventos criei um modelo que procura ser genérico para todos os organizadores de eventos e que contempla quatro estágios:</p>
<p>Estágio I: no contexto dos eventos, esse estágio é o da tomada de decisões referentes a questões tais como a natureza do evento e o estudo de viabilidade econômica. É a fase em que é elaborado um plano inicial, o qual nada mais é do que traçar as linhas gerais do evento, um esboço para ser apresentado ao promotor/contratante ou organizador. Deve conter as estratégias iniciais que podem ser adotadas, incluindo uma análise situacional, um orçamento e cronograma geral para que seja tomada a decisão de prosseguir, ou não, com o planejamento e a organização.</p>
<p>Estágio II: Essa etapa objetiva produzir o evento no tempo previsto e de forma a que ele atenda aos objetivos predeterminados no primeiro estágio. Se este foi bem realizado, há uma sólida base para que a organização de toda a estrutura do evento se efetive sem maiores problemas. É importante lembrar que esse estágio contém elementos muito parecidos com os do primeiro. O grande diferencial é que, agora, o detalhamento deve ser muito mais esmerado e rigoroso.</p>
<p>Estágio III: é a etapa em que todas as ações planejadas nos estágios anteriores são implementadas, acompanhadas e monitoradas.</p>
<p>Estágio IV: apresenta as providências finais a serem seguidas, ou seja, a Finalização do evento; Elaboração do relatório final e Feedback.</p>
<p>Comente a afirmação: &#8220;É o objetivo que faz o evento e não o contrário; o motivo é que deve determinar o tipo de evento a ser empreendido&#8221;.</p>
<p>Mariângela - É preciso compreender que o evento significa ação do profissional por meio da pesquisa, planejamento, organização, coordenação, controle e implantação de um projeto, visando a atingir seu público de interesse com medidas concretas e resultados projetados. Uma organização pode utilizar o evento de diferentes formas, como estratégia de comunicação para atingir seus objetivos, e essa utilização está sujeita a algumas variáveis:</p>
<p>·<span> </span>Importância dos objetivos visados</p>
<p>·<span> </span>Grau de retorno que pretende obter</p>
<p>·<span> </span>Disponibilidade de verba para esse investimento</p>
<p>São processos complexos que envolvem, em geral, grande quantidade de pessoas e recursos financeiros. Por esse motivo, há necessidade de um adequado planejamento que contemple objetivos e públicos bem definidos, conteúdo e forma, e uma rigorosa análise custo/benefício.</p>
<p>Quais os erros mais comuns na organização de um evento?</p>
<p>Mariângela - Apesar da constante realização de eventos como congresso, seminário, palestra, convenção e outros, várias são as pessoas com lembranças desagradáveis de promoções mal organizadas e mal preparadas em função de uma estrutura inadequada para o acontecimento. A promoção de eventos é uma área em expansão, na qual os profissionais da área têm oportunidade de atuar, seja como prestador de serviço, seja como membros ativos de uma organização. Algumas empresas organizam eventos constantemente, mas a maioria delas desconhece os benefícios decorrentes da sua promoção. O sucesso profissional nesse complexo ambiente de planejamento, organização e realização de eventos - depende de várias habilidades e características pessoais muito especiais, como paciência, organização, senso de humor, habilidade de comunicação, diplomacia, conhecimento de normas de cerimonial e protocolo, educação, disposição, atenção nos detalhes, visão do todo e, principalmente, paixão pela excelência.</p>
<p>Improvisações de última hora - como atribuir incumbências a pessoas sem preparo específico - podem comprometer não apenas o evento em si, mas também a imagem/conceito da organização, dos seus produtos ou serviços. Tal fato se agrava se considerarmos que as organizações vêm sendo &#8220;obrigadas&#8221; a investir cada vez mais na área de eventos.</p>
<p>Quais os segredos para um evento criativo e de sucesso?</p>
<p>Mariângela - O bom evento não é, necessariamente, aquele que tem o maior nível de investimento. Claro que sem um mínimo de condições materiais não se consegue produzir algo satisfatório, mas isso não significa que ambos estejam diretamente correlacionados. Tanto é possível gastar muito sem sucesso, como desenvolver um evento com investimento relativamente pequeno, mas com muita criatividade, aliada a uma estratégia eficaz. O planejamento é a base para todo evento bem-sucedido. A fim de ter bons resultados, o organizador precisa possuir uma compreensão clara do motivo pelo qual o evento existe (sua visão/missão), o que ele está tentando fazer por alguém (suas metas) e decidir quais estratégias são necessárias para atingir esses objetivos. As estratégias precisam ser implementadas por meio de uma série de planos operacionais desenvolvidos dentro do contexto de um orçamento geral. Esses planos necessitam ser monitorados e ajustados quando necessário.</p>
<p>O sucesso de um evento não é o resultado da adivinhação, mas sim de rigoroso pensamento analítico, estruturado de forma a identificar as vantagens competitivas sustentáveis para sua organização. O resultado é definido mais ainda como aquele capaz de satisfazer o primeiro requisito de qualquer profissional de Relações Públicas e Marketing bem-sucedido - o bom relacionamento com públicos.</p>
<p>Para um evento &#8220;dar certo&#8221; é necessário a coordenação de um profissional da área?</p>
<p>Mariângela - O evento pode ser estruturado a partir de uma coordenação central com presidente, secretário e coordenador geral, os quais devem constituir uma comissão organizadora que será tão mais ampla quanto mais abrangente, complexo e sofisticado for o evento. A comissão organizadora, no seu desdobramento, pode ser simplificada, acumulando funções ou reagrupando serviços operacionais -, e cada um deles deve apresentar projeto específico de suas atribuições e providências.</p>
<p>Embora a atividade &#8220;organização de eventos&#8221; não seja prerrogativa de nenhuma profissão, é necessário observar que esse profissional deve ter uma sólida base de conhecimentos nas áreas: comunicação, administração, turismo, secretariado, contabilidade e de diversas outras.</p>
<p>O planejamento e a organização de um evento são muito complexos, envolvem várias atividades simultâneas, são muito cobrados pelos vários departamentos e exigem dedicação completa. Ele deve estar ciente de que, praticamente nunca, em qualquer evento, tudo dará com cem por cento de exatidão. Se ele ignorar essa regra e se frustrar ou se desmotivar facilmente por qualquer dificuldade ou problema encontrado no caminho, também não agüentará muito tempo na função. É claro que o profissional consciente procurará fazer tudo da melhor forma possível, tentando evitar e até prever falhas, mas não é infalível e depende de outras pessoas. Essa regra vale também para suportar comentários e críticas negativas de pessoas que não participaram de todas as etapas do processo e não conhecem as particularidades dos bastidores do evento.</p>
<p>Qual a importância dos roteiros e check list?</p>
<p>Mariângela - Os roteiros e check list são as listagens de todas as providências a serem tomadas para a execução de um evento. É o detalhamento pormenorizado de atitudes, providências, tarefas, materiais ou necessidades do evento, reunidos numa mesma relação. Não existe um modelo único de checklist, pois um mesmo tipo de evento muda completamente seu perfil, de acordo com o cliente e as peculiaridades do evento e da ocasião. Deve-se adequá-lo e prepará-lo para cada tipo de evento e melhorá-lo a cada nova edição realizada. O checklist é uma peça fundamental e imprescindível na fase de operacionalização de um evento, e sua importância fica mais evidente quanto maior sua complexidade e mais longa a duração do evento.</p>
<p>Você poderá conferir  roteiro e check list de eventos em nossa seção de download. (Check list de Recursos Humanos, Check list do local do evento e modelo de briefing para evento)</p>
<p>Como saber se o evento atingiu seus objetivos?</p>
<p>Mariângela - O controle e a avaliação consistem em assegurar que todos os acontecimentos numa organização de evento estejam dentro do esperado. Podem abranger desde a simples presença do organizador no local e o acompanhamento do progresso junto ao pessoal até a implantação e monitoração de um plano detalhado de responsabilidade, relatórios e orçamentos. O controle pode ser feito por meio de reuniões e relatórios cujos tipos incluem financeiros, administrativos, de controle de pessoal, entre outros.</p>
<p>A avaliação de um evento é uma questão que costuma ser negligenciada no planejamento de eventos, contando - em geral - com poucos recursos e atraindo pouca atenção. No entanto, somente por meio da avaliação é que se pode determinar se foram bem-sucedidos os esforços para atingir os objetivos estipulados para o evento. Devem ser avaliados, quantitativa e qualitativamente, durante todo o processo de planejamento e organização, todos os envolvidos no evento: o pessoal da organização e os participantes, e ainda todo o processo de planejamento. Para tanto, devem ser estruturados instrumentos próprios e específicos para cada evento e aplicados visando identificar os resultados obtidos.</p>
<p>Quais os benefícios dos eventos para uma organização?</p>
<p>Mariângela - Quando o evento é bem organizado e planejado, pode manter, elevar ou recuperar a imagem/conceito de uma organização junto ao seu público de interesse. Portanto, o evento é uma estratégia de comunicação que atinge o público de interesse desejado; divulga a marca de uma empresa, promove seus produtos, potencializa suas vendas e contribui para a expansão e conquista de novos mercados.</p>
<p>Complementando esse enfoque, o impressionante crescimento da área de eventos explica-se, sobretudo, pelos inúmeros benefícios gerados para as organizações, bem como para seus públicos de interesse. Isso significa, por sua vez, que os eventos possibilitam, entre outros: a) melhoria nas relações com os públicos de interesse; b) lançamento de produtos/serviços da empresa para seu mercado-alvo, ampliando assim sua visibilidade; c) geração de mailing de prospecção novos clientes; d) aquisição de informações sobre o mercado e seus concorrentes; e) atualizações técnicas; f) transmissão de informações para seus canais de distribuição; e g) criação e fortalecimento da imagem/conceito institucional. Por ser dirigido, o evento consegue, em um curto período de tempo e de uma só vez, atingir boa parte do público de interesse das organizações.</p>
<p>Quais os conselhos para pastores e líderes que desejam utilizar os eventos em sua Organização?</p>
<p>Mariângela - Os eventos hoje, tornaram-se essenciais nas estratégias de uma organização. Deve-se escolher organizadores com conhecimento, habilidade, criatividade e muito bom senso para o planejamento e organização. Também é necessário verificar que a escolha por determinado tipo de evento deve estar em consonância com os objetivos da organização. Além disso, a organização deve verificar qual a melhor opção para realizá-lo, ou seja, contratando uma agência ou utilizando sua própria estrutura. Estipular um orçamento e definir como utilizá-lo nos vários setores organizacionais e principalmente gerenciar todo esse processo.</p>
<p>Os eventos podem se tornar uma verdadeira vantagem competitiva e tão vital para as organizações quanto um serviço bem prestado e o próprio desempenho de suas atividades. São processos de relacionamento efetivos junto aos diferentes públicos que mantém uma organização viva, nos quais o planejamento e as ações devem ser elaboradas para a manutenção, sustentabilidade de um empreendimento.</p>
<p>Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o sitehttp://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com</p>
<p>Leia também</p>
<p>Evento requer planejamento</p>
<p>Vontade de Deus ou (des)organização?</p>
<p>O mercado de eventos evangélicos no Brasil</p>
<p>URL: http://www.institutojetro.com/lendoentrevista.asp?t=0&amp;a=2905</p>
<p>Site: www.institutojetro.com</p>
<p>Título do artigo: Como organizar um evento de sucesso</p>
<p>Autor: Mariângela Benine Ramos Silva</p>
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		<title>Mensagem Motivacional - Gladiador</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 22:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valmir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vídeos de treinamento e liderança]]></category>

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		<title>Visão Além do Alcance</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 22:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valmir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[
2 Reis 6:8-17
Quando adolescente, gostava de assistir ao desenho dos Thunder Cats. Lion, o líder do grupo, tinha uma espada que lhe dava visão além do alcance. Assim, se o inimigo atacasse sua fortaleza ou se um dos seus companheiros estivesse em apuros, ele podia ver através da espada e se antecipar na defesa ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-157" title="9049298" src="http://comunidadenovavida.com.br/wp-content/uploads/2011/12/9049298-90x70.jpg" alt="9049298" width="90" height="70" /></p>
<p>2 Reis 6:8-17</p>
<p>Quando adolescente, gostava de assistir ao desenho dos Thunder Cats. Lion, o líder do grupo, tinha uma espada que lhe dava visão além do alcance. Assim, se o inimigo atacasse sua fortaleza ou se um dos seus companheiros estivesse em apuros, ele podia ver através da espada e se antecipar na defesa ou prestação de socorro. A Bíblia é a “espada justiceira” que nos dá visão além do alcance.</p>
<p>Visão além do alcance por meio da fé</p>
<p>Hebreus 11:1 define assim a fé. “Fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver” (NTLH). Acrescento, não podemos ver com a visão natural, mas podemos ver com a visão espiritual.</p>
<p>A fé é a poderosa “lente” que nos capacita a enxergar o que pessoas com visão natural não podem. E, enquanto elas se desesperam ou desistem, nós prosseguimos certos de que vamos receber o que esperamos.</p>
<p>Visão natural e visão espiritual</p>
<p>Lembra-se do servo de Eliseu? Ele tinha visão humana. Com a visão natural ele vê o exército inimigo e um grande problema. Fica assustado, desesperado, não vê saída. E a visão espiritual de Eliseu? Com a visão espiritual ele vê o exército de anjos prontos para pelejar. Esta visão espiritual lhe dá paz, coragem e vitória.</p>
<p>Qual visão é a sua? Talvez tenha de orar pelos seus liderados como Eliseu orou por seu servo, pedindo ao Senhor que abra a sua visão espiritual, e assim mudar o foco: do inimigo que te cerca para o Senhor que te protege.</p>
<p>Contrastando as visões</p>
<p>O povo de Israel olhou para trás quando saía do Egito e viu o exército de Faraó lhes perseguindo, para os lados montanhas, para frente o mar&#8230; então, pensaram ser o fim. Moisés, entretanto, via um caminho sendo aberto por Deus no meio do mar.</p>
<p>No deserto Deus mandou Moisés enviar doze espias para avaliar a terra que iriam conquistar (Números 13 e 14). Após quarenta dias eles voltam trazendo o relatório. Dez deles relatam ter visto gigantes e a impossibilidade de conquistar a terra o que levou o povo a murmurar contra Deus. Em conseqüência, todos são condenados a peregrinar quarenta anos pelo deserto até morrer, sem entrar na Terra Prometida. Josué e Calebe relataram algo diferente. Eles viram uma terra maravilhosa com frutos enormes, que daria para alimentar seu povo e tinham certeza que os gigantes nada eram diante de Deus. Por conta desta visão são os únicos a entrar na Terra Prometida.</p>
<p>O exército de Israel via um gigante que lhes desafiava e aterrorizava. Davi vê a oportunidade de glorificar a Deus e derrota o gigante (1 Samuel 17:45-47).</p>
<p>Os discípulos de Jesus viam uma multidão faminta, uns trocados na bolsa e alguns pães e peixes. Jesus vê a oportunidade de alimentar uma multidão.</p>
<p>O que faz pessoas olharem na mesma direção e verem coisas diferentes? A visão espiritual. Não é em vão que todos os gigantes de Deus tinham grande visão espiritual.</p>
<p>O Senhor pode abrir nossa visão</p>
<p>É possível ser discípulo de Jesus e não enxergar as realidades espirituais. O Senhor que tira a visão humana dos soldados sírios e abre a visão espiritual do servo de Eliseu pode abrir seus olhos.</p>
<p>Conta-nos Lucas que dois discípulos caminhavam tristes, cabisbaixos, derrotados (24:13-32). A morte de Jesus lhes tirou a esperança. Então o Senhor aparece e passa a caminhar com eles. Mas estavam tão cegos que não reconheceram Jesus e continuaram tristes, cabisbaixos, derrotados.</p>
<p>É possível caminhar com Jesus sem lhe reconhecer e prosseguir triste, derrotado, centrado nos problemas, vencido pelas circunstâncias. Quando a cegueira espiritual é grande, a presença do Senhor não traz alegria.</p>
<p>Jesus precisou abrir os olhos daqueles discípulos para que lhe reconhecessem (v. 31). Somente assim viram o Senhor ressuscitado e ficaram felizes, entusiasmados e com o coração abrasado.</p>
<p>O que te falta? Ter os olhos espirituais abertos para contemplar o Senhor que caminha ao seu lado? Para ver que ele te carrega no colo nas horas difíceis e por isso só duas pegadas na areia?</p>
<p>Talvez esteja vendo a pequena igreja, o ministério infrutífero. Mas é isso que o Senhor está vendo? É isso que ele quer que você veja?</p>
<p>Você precisa de visão além do alcance</p>
<p>Ore e peça àquele que abriu os olhos do servo de Eliseu para te dar visão além do alcance. Ele vai mudar seu foco e você vai ver um caminho sendo aberto no meio do mar ao invés das montanhas que te cercam ou do inimigo que te persegue.</p>
<p>Jesus quer te dar visão espiritual, através da espada do Espírito, para que você veja além das circunstâncias e, juntamente com a igreja, seja vitorioso.</p>
<p>Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o sitewww.institutojetro.com e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com</p>
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		<title>Talmidim 010 - Milagres</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 22:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valmir</dc:creator>
		
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		<title>Desabafo de Caio Fábio</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 21:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valmir</dc:creator>
		
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		<title>Talmidim 060</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 21:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valmir</dc:creator>
		
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		<title>A realidade da família brasileira</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 15:13:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valmir</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A realidade da família brasileira
por RUBENS MUZIO
As atitudes dos brasileiros mudaram radicalmente nos últimos 10 anos. Se por um lado, a realidade da família brasileira está longe de ser um “liberou geral”, a pesquisa Datafolha, realizada em 2007, apresenta sinais claros dessa alteração.   Neste artigo queremos demonstrar alguns desses sinais contraditórios e antagônicos, de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-148" title="ws34" src="http://comunidadenovavida.com.br/wp-content/uploads/2011/10/ws34-213x300.jpg" alt="ws34" width="213" height="300" />A realidade da família brasileira</p>
<p>por RUBENS MUZIO</p>
<p>As atitudes dos brasileiros mudaram radicalmente nos últimos 10 anos. Se por um lado, a realidade da família brasileira está longe de ser um “liberou geral”, a pesquisa Datafolha, realizada em 2007, apresenta sinais claros dessa alteração.   Neste artigo queremos demonstrar alguns desses sinais contraditórios e antagônicos, de uma sociedade de amores-líquidos, influenciada pelo relativismo moral, presente na mentalidade “big brother” e noutros realities shows bem como afetada pela erosão dos valores morais, presente nos relacionamentos superficiais e digitais, com perigosos sinais de enfraquecimento da família como um todo.</p>
<p>Os sinais de liberalização e flexibilização dos valores morais dentro da família brasileira ficam bem evidentes quando entra na pauta da pesquisa a questão da homossexualidade. Observe a pergunta feita aos brasileiros: &#8220;Se você soubesse que um filho homem está namorando um homem, você consideraria um problema muito grave, mais ou menos grave, pouco grave ou não consideraria um problema?&#8221;</p>
<p>Na pesquisa de 1998, 77% dos entrevistados achavam que essa situação era &#8220;muito grave&#8221;. Apenas nove anos depois, o índice caiu 20 pontos percentuais e atingiu 57%, ou seja, um pouco mais da metade dos brasileiros vêem como sendo “muito grave” um filho homem namorar outro homem. Se a situação envolvesse uma filha, a tolerância continua praticamente igual: 55% acha &#8220;muito grave&#8221; a filha namorar outra garota.</p>
<p>Ainda quanto à sexualidade, o limite da “casa dos pais” foi invadido pelo namoro “feito em casa”. Ao invés de voltar pra casa à noite ou no fim-de-semana, os parceiros (as) acabam dormindo na casa dos namorados (as), dividindo o quarto, a cama e o corpo. Os motivos mais usados para justificar tal comportamento são a segurança diante da violência da noite urbana, como também o fato da família encarar o sexo entre os jovens com mais naturalidade.</p>
<p>Quando questões como estilos de vida alternativos (como a homossexualidade) e a vida a dois fora do casamento são encaradas com naturalidade, seus políticos e juízes, pressionados ou motivados pelas pesquisas e opinião pública, tentam aprovar leis que favoreçam a escolha ou liberdade individual. Entretanto, a legislação de um país deve sempre lidar com o fato de que as escolhas das pessoas têm conseqüências para toda a sociedade. Assim, devemos buscar um sensato equilíbrio entre os limites individuais perguntando o seguinte: como determinada situação servirá ao bem da sociedade como um todo?</p>
<p>Se por um lado, os pais e mães de todas as classes sociais em 2007 estão bem mais permissivos e abertos que em 1998, a atitude hipócrita da sociedade brasileira, da preocupação com o-que-os-outros-irão-pensar ainda permanece firme. Muitos pais continuam não concordando que os seus filhos transem dentro de suas casas, mas longe do lar a atitude é diferente. Eles têm que aproveitar a vida! Talvez a principal causa dessa repulsa, que não permite que os filhos durmam com seus parceiros na casa dos pais, é a constante troca de parceiros, cada dia “ficando” com um. Como a virgindade se tornou motivo de gozação entre os colegas, os jovens acabam por colecionar relações superficiais, leves e passageiras, banalizando assim o ato sexual, ato-objeto em tempos líquidos. Essa “auto-afirmação” por parte da juventude encontra principal apoio no incentivo ou passividade dos papais e mamães, desde que obviamente, não seja feito lá em casa.</p>
<p>No outro lado do espectro da liberalização, encontramos uma visão retrógrada que serve pra alertar-nos diante da incoerência dos valores sociais da atualidade. De acordo com os dados da pesquisa Datafolha, 33% dos entrevistados acham que as mulheres devem deixar de trabalhar fora para cuidar dos filhos e 49% dos brasileiros aceitam que a mulher trabalhe se for realmente necessário para o orçamento familiar. Contudo, entre os que cursam o ensino superior, o índice dos que defendem que a mulher deve abrir mão do trabalho pelos filhos é de 19%. Vale a pena lembrar que no Brasil, 29,2% dos lares são chefiados por mulheres!</p>
<p>Se por uma lado há uma grande liberdade quanto à da sexualidade, com relação às drogas ocorre justamente o oposto. Em evidência na mídia, a discussão sobre a descriminalização da maconha ganha, dentro da família brasileira uma grande aliada. A consulta Datafolha apontou que as famílias consideram &#8220;muito grave&#8221; o filho ou a filha fumar maconha. No caso de filhos homens, o percentual é de 72%. No caso de filhas, 78%. Fumar maconha ainda é considerado moralmente errado por 85% das pessoas e só está abaixo da porcentagem daqueles que são contrários à prática o aborto (87%).</p>
<p>Sabe-se que mídia tem um poder incrível sobre a população brasileira. As sensuais novelas e seriados, o sensacionalismo popular dos programas de auditório e a mentalidade ocidental “Big Brotheriana” - entre muitos outros “realities shows”- fertilizam a mente e relacionamentos, expandindo o poder de uma cultura cada vez mais brutal, sensual, animalesca e enamorada de seqüestros, assassinatos e violência. A restauração da ordem social e moral de uma civilização – torná-la mais humana, civil, responsável e justa – não é uma tarefa simples. Cabe à igreja conscientizar-se de sua função como sal que salpica / espalha (?) os valores do Reino, luz que brilha a presença de Cristo, grão de mostarda que frutifica justiça/retidão e fermento que move a massa.</p>
<p>Valores quebrados e indecisão - seus valores e tendências</p>
<p>“Os grandes valores quase sempre são compreendidos tardiamente” F. Nietzsche</p>
<p>Embora este filósofo alemão fosse ateu, sua confissão resume o pensamento que descobrimos ao longo da nossa vida: os valores mais importantes, por vezes, são esquecidos ou descartados. Alguns são descobertos somente depois de muitas lutas, sofrimentos e transformações.</p>
<p>Nesta segunda parte das pesquisas realizadas pelo Data-Folha nos últimos 10 anos, queremos trazer luz a valores - a importância e sentido da família, a instituição do casamento, a prioridade do trabalho, a preocupação com o dinheiro, a necessidade da religião para famílias e jovens e até o uso da maconha - que afetam a vida de pais e filhos, maridos e esposas em suas dinâmicas e lutas familiares.</p>
<p>Comecemos com a maconha. Apesar da sociedade brasileira ter-se aberto a discussões polêmicas como a sua legalização, os últimos anos não produziram nenhuma mudança significativa quanto a sua aceitação. Fumar maconha ainda é considerado moralmente errado por 85% das pessoas. Este número só fica atrás do aborto, cuja prática é recriminada por 87% da população brasileira. O interessante é notar que nas classes mais altas (entre os que ganham mais de 20 salários mínimos), o índice daqueles que consideram fumar maconha como algo muito grave cai para 50%. Aqueles que têm um maior grau de estudo e mais dinheiro, tragicamente, são os que menos recriminam a maconha e outras drogas. O filme brasileiro “Tropa de Elite” e outros sucessos de bilheteria internacional como “Crash” mostram em detalhes a ingenuidade, receptividade, sedução e sofrimento dos jovens da classe média alta que, em busca do prazer (hedonismo) e procurando novas experiências lamentavelmente tornam-se viciados.</p>
<p>Como destaque, o Data-Folha, interessantemente, revela que o brasileiro está tratando alguns temas da vida em sociedade com maior zelo do que fazia em 1998, quando por ocasião da primeira pesquisa sobre a família. Na época, a instituição família era considerada “muito importante” para 61% da população. Já em 2007, esse percentual aumentou para 69%. Entre as famílias de classe média com renda entre 10 e 20 salários mínimos, esse índice é de incríveis 81%! Será que esse número apenas reflete a insegurança, as lutas e preocupações de milhões de pessoas estressadas, insatisfeitas e sobrecarregadas pelas lutas e crises familiares? Ou será que o aumento do número de cristãos, com seus inúmeros cursos, palestras e conferências para casais está realmente gerando maior consciência social para com a função central da família para a saúde da sociedade brasileira? Outro valor de peso é o estudo. De acordo com a pesquisa, aqueles que consideram o estudo muito importante subiu 4 pontos percentuais, saltando de 61% em 1998, para 65% em 2007. Essa investigação demonstra uma maior preocupação da família brasileira com a educação e o desenvolvimento escolar dos seus filhos.</p>
<p>Atualmente, 58% da população vêem o trabalho como “muito importante”, um índice assustadoramente maior que 1998, quando apenas 38% viam o trabalho dessa forma. No quesito dos que consideram o lazer como “muito importante” o índice caiu de 38% para 32% nesses anos. Entre os que têm ensino superior, esse índice subiu para 41%. Sabemos que, depois de Deus criar o mundo, ele descansou no sétimo dia (Gênesis 2:2), não porque estivesse “cansado” e precisasse relaxar, mas para dar um modelo, estabelecer uma regra de conduta para o ser humano. Novamente esta regra é reforçada no sétimo mandamento e mantida pela igreja cristã no Novo Testamento com princípio de vida: um dia de repouso, oração, descanso, adoração. Isso não parece ser uma grande preocupação para a família brasileira.</p>
<p>Entretanto, um valor que pouco foi alterado neste período que compreendeu as duas pesquisas (1998-2007) foi o casamento. Apenas 31% da população brasileira considera o casamento “muito importante” e outros 41% consideram essa instituição apenas “importante”. A paralisação nos números mostra a realidade cada vez mais presente: o casamento está perdendo a importância para a família brasileira. Além da prioridade para outras organizações e formatos não-tradicionais de família, a estabilidade do casamento sancionada 1996 - a chamada união estável - mostra seus efeitos nessa última pesquisa de 2007.</p>
<p>No que diz respeito à religião há duas notícias: uma boa e outra muito ruim. A notícia ruim, de acordo com o teólogo Jorge Claudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo e autor do livro Religiosidade Jovem, é que o número dos &#8220;jovens sem religião&#8221; já soma 32% dos entrevistados! Esse é um percentual muito superior aos números do censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que indicam 7,3% da população. Desse total, 12,2% se dizem agnósticos ou ateus e 19,8%, crentes sem religião. Este será indubitavelmente um dos maiores desafios para a igreja nas próximas décadas!</p>
<p>Contudo, a notícia boa é que, o índice daqueles que acham que a religião é muito importante para a família cresceu de 38% em 1998 para 45% em 2007. Esse desejo por um contato religioso, talvez ocasionado pela mídia evangélica e a busca por uma espiritualidade deve ser visto como oportunidade para a pregação do evangelho integral e testemunho da salvação em Jesus Cristo.</p>
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		<title>Separei! Posso casar de novo? - Uma pastoral cristã aos descasados</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 14:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valmir</dc:creator>
		
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Separei! Posso casar de novo? - Uma pastoral cristã aos descasados

“Deus nos deu uma segunda chance para a salvação, pode dar também ao casamento?”

Cícero


“Pois cinco maridos já tiveste&#8230;” Jo 4.18a (KJV)

INTRODUÇÃO

Com o crescimento dos índices das separações entre cristãos, cresce o número de casais
casados pela segunda vez nas comunidades evangélicas. Esses irmãos trazem o sofrimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><img class="alignleft size-medium wp-image-147" title="kjiji" src="http://comunidadenovavida.com.br/wp-content/uploads/2011/10/kjiji-300x224.jpg" alt="kjiji" width="300" height="224" /></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
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<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Separei! Posso casar de novo? - Uma pastoral cristã aos descasados</div>
<div></div>
<div>“Deus nos deu uma segunda chance para a salvação, pode dar também ao casamento?”</div>
<div></div>
<div>Cícero</div>
<div></div>
<div></div>
<div>“Pois cinco maridos já tiveste&#8230;” Jo 4.18a (KJV)</div>
<div></div>
<div>INTRODUÇÃO</div>
<div></div>
<div>Com o crescimento dos índices das separações entre cristãos, cresce o número de casais</div>
<div>casados pela segunda vez nas comunidades evangélicas. Esses irmãos trazem o sofrimento de</div>
<div>uma relação desfeita e o desejo de construir uma nova família.</div>
<div></div>
<div>Para a construção adequada de uma nova e melhor relação é preciso um apoio pastoral</div>
<div>sensível aos perigos e possibilidades dessa nova modalidade de casamentos, pois é muito</div>
<div>provável que uma relação construída sobre um ferimento sinta também as suas dores.</div>
<div>Este artigo refletirá de forma pastoral-cristã alguns aspectos práticos da conjugalidade</div>
<div>monogâmica seqüencial e fará sugestões de apoio aos que dela necessitam.</div>
<div></div>
<div>QUANDO ACONTECE - Após a descontinuidade da relação anterior por separação ou</div>
<div>divórcio, surge naturalmente o desejo de construir uma nova relação, melhor que a anterior.</div>
<div></div>
<div>Então, uma pessoa aparentemente ideal entra em cena, provocando a expectativa de reparar</div>
<div>a primeira relação. Logo, nasce a possibilidade do encontro com a felicidade. É importante</div>
<div>ressaltar que nem sempre os acontecimentos seguem essa ordem. Pode surgir uma pessoa que</div>
<div>desperta o desejo de reconstruir a vida conjugal.</div>
<div></div>
<div>KIT TRANSPORTADO – Quando acontece o segundo casamento, alguns aspectos</div>
<div>positivos, negativos e inevitáveis são transportados para dentro do novo momento familiar,</div>
<div>queiram os cônjuges ou não. Os positivos são as boas lembranças trazidas da relação desfeita,</div>
<div>pois nenhum casamento é completamente ruim. Por isso há algumas coisas que deixam</div>
<div>saudades, como: “Ela era boa cozinheira”, ou: “Ele era um bom pai”. Os negativos são</div>
<div>aqueles que todos desejam esquecer, mas de forma geral permanecem vivos na lembrança dos</div>
<div>que viveram as dores da separação, como: “Ela gastava muito”, ou: “Ele era muito grosseiro”.</div>
<div>Já os inevitáveis que precisam ser administrados, são aqueles que vão demorar meses ou</div>
<div>anos para serem resolvidos e alguns nunca serão totalmente solucionados, mas o casal terá</div>
<div>que aprender a conviver com eles se desejar desenvolver uma relação estável e duradora. O</div>
<div>caso mais comum é o de disputas judiciais que envolvem pensões a pagar, guarda dos filhos</div>
<div>e divisão de bens adquiridos. Essas discussões levam tempo e nem sempre terminam com</div>
<div>uma solução cordial. Como disse Celso Pita, ex prefeito de São Paulo: “Ex mulher é para</div>
<div>sempre”. Outra situação delicada é a convivência dos filhos do primeiro casamento com o</div>
<div>novo cônjuge e com os “novos irmãos”. Essa não é uma tarefa de fácil solução, uma vez que</div>
<div>a maioria dessas crianças não escolheu a separação dos pais, mas muitas vezes é uma situação</div>
<div>inevitável.</div>
<div></div>
<div>PERSOAS OU PERSSONAGENS? - Paul Tournier diz que por fora somos uma</div>
<div>personagem e por dentro uma pessoa, e normalmente casamos com a personagem. Com a</div>
<div>convivência, a pessoa se revela á outra. Se for acolhida, se abre mais ainda, se for rejeitada se</div>
<div>fecha.</div>
<div></div>
<div>Com o passar do tempo, o segundo casamento pode manifestar sintomas como comparação</div>
<div>com a relação anterior, ciúme do cônjuge, acomodação misturada com decepção, outro</div>
<div>divórcio ou a entregam a uma vida sem valores referenciais. É comum ouvir:</div>
<div>-“Troquei de pessoa, mas o problema é o mesmo; não vou separar de novo”. Em geral o</div>
<div>segundo divórcio é rápido, pois todo o processo se repete. Na Austrália “mais de 46% de</div>
<div>primeiros casamentos e 60% de segundos casamentos terminam em divórcio”. No Brasil os</div>
<div>números são menores, mas crescentes:</div>
<div></div>
<div>CRISTO: MODELO PASTORAL RESTAURADOR – Em Jo 4.1-30, encontramos a</div>
<div>história do encontro de Jesus com uma mulher que havia passado por cinco divórcios e não</div>
<div>conseguia se encontrar no amor.</div>
<div></div>
<div>Ela se sentia uma pessoa inferiorizada, pois ia ao poço por volta do meio dia, hora que</div>
<div>ninguém estava lá. Naquela hora, a água não era tão fria quanto de manhã. É como se dissesse</div>
<div>no seu íntimo: “Não consegui acertar na vida, não tenho direito a água fresquinha”. Ela se</div>
<div>sentia discriminada pelos judeus e revelou isso quando perguntou a Jesus como ele judeu,</div>
<div>falava com ela, samaritana. Sentia-se uma pessoa impossibilitada, uma vez que sua vida era</div>
<div>um ciclo vicioso: vários casamentos, várias idas ao poço, sem conseguir matar sua sede; por</div>
<div>isso disse a Jesus: “dá-me dessa água para que eu não tenha mais sede”.</div>
<div></div>
<div>Assim, são também se sentem algumas pessoas que se divorciam: Com sentimento de culpa,</div>
<div>inferioridade e sensação de fracasso. Às vezes são discriminadas por amigos, parentes e</div>
<div>irmãos. O mundo cai, a boca fica seca, com sede.</div>
<div></div>
<div>Sua maior sede era de um amor verdadeiro e simbolicamente procurava saciá-la com água do</div>
<div>poço. Nessa busca ela se encontra com Jesus, que para ajudá-la, quebrou algumas barreiras</div>
<div>existentes, que são:</div>
<div></div>
<div>1. Geográfica (v.4), quando entrou em Samaria, mudou sua rota tradicional e encontrou uma</div>
<div>situação nova. Só encontramos situações novas, se alterarmos nosso percurso tradicional. Só</div>
<div>surge o novo, quando mudamos a rotina;</div>
<div></div>
<div>2. Sociocultural (v.7 e 27), quando conversou publicamente com uma mulher. Jesus foi</div>
<div>ousado em romper com esse preconceito, provocando admiração inclusive em seus discípulos</div>
<div>ao ser visto conversando coma aquela mulher;</div>
<div></div>
<div>3. Racial (v.9), quando tomou a iniciativa do diálogo com a samaritana, sendo ele judeu.</div>
<div>Jesus mostrou que problemas do passado podem ser resolvidos com atitudes positivas no</div>
<div>presente;</div>
<div></div>
<div>4. Impossibilidades (v.14 e 15), ao despertar novas perspectivas de mudança do ciclo vicioso</div>
<div>daquela mulher. Ela vivia como a música da Gabriela: “eu nasci assim, eu cresci assim, vou</div>
<div>ser sempre assim”;</div>
<div></div>
<div>5. Legalista (v.18), quando clarificou o erro, sem emitir julgamento. Para Jesus a lei existe</div>
<div>para os resistentes e não para os que desejam mudar. Aquela mulher não precisava de críticas,</div>
<div>mas de estímulo para refazer a vida. Alguém já disse: “o preço de se dar mal, é se dar mal”,</div>
<div>pra que mais acusações?</div>
<div></div>
<div>6. Religioso (v.21 e 24), quando afirmou que Deus é Espírito e pode ser adorado em qualquer</div>
<div>lugar. Isso fez grande diferença na vida daquela mulher que saiu dizendo para outras pessoas</div>
<div>que tinha encontrado alguém diferente, que apesar de conhecer o coração, continuava amando</div>
<div>a pessoa.</div>
<div></div>
<div>CONCLUSÃO – APLICAÇÃO</div>
<div>Muitas são as pessoas como a samaritana que encontramos na caminhada pastoral. Gente com</div>
<div>sede de acertar, mas que tem cometido erros sucessivos. Creio que Deus pode dar uma nova</div>
<div>chance para o casamento e nosso desafio é agir com o coração cristão e ser um instrumento</div>
<div>de apoio para que elas encontrem em Jesus a vida abundante, o amor verdadeiro, que tanto</div>
<div>procuram.</div>
<div></div>
<div>Marcos Quaresma – Mestre em aconselhamento pastoral,assessor familiar, pós</div>
<div>graduando em psicopedagogia, bacharel em teologia e missionário da Sepal.</div>
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